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10 práticas de gestão para a sua empresa crescer na Nova Economia

Entenda por que algumas empresas sobrevivem com sucesso ao longo de muitos anos enquanto outras perdem sua capacidade de operar e inovar

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Photo: Shutterstock

Por que algumas empresas sobrevivem com sucesso ao longo de muitos anos enquanto outras, também de sucesso, perdem sua capacidade de sobrevivência? Essa pergunta está na cabeça de todo gestor(a), seja ele(a) um(a) empreendedor(a) ou um executivo(a) que administra uma empresa ou unidade de negócios.

Com essa mesma pergunta na cabeça, um grupo de pesquisadores brasileiros, ligados à Fundação Dom Cabral (FDC), investigaram os motivos que levam as empresas a morte, no estudo Longevidade e Sobrevivência no Mundo Empresarial Brasileiro, uma das pesquisas mais completas feitas sobre o assunto no Brasil. O estudo usa uma base de dados de mais de 500 empresas e usa métodos quantitativos e qualitativos para avaliar o desempenho desses negócios no período de 1973 a 2005.

A conclusão dos pesquisadores é que apenas 23,4% (117) das 500 maiores empresas brasileiras se mantiveram vivas, crescendo e inovando até 2005. A maioria desapareceu. Os motivos: falta de conhecimentos gerenciais (sobre as novas técnicas e filosofias de gestão), ausência de capacidade empreendedora. Segundos os pesquisadores, em segundo lugar vieram as causas econômicas conjunturais (recessão econômica, os maus pagadores e a falta de clientes).

Motor do Crescimento

Com um outro olhar, distinto dos pesquisadores da FDC, os investidores e executivos Pedro Englert e Eduardo Glitz, respectivamente CEO e sócio da StartSe, se interessaram por entender o que as empresas mais inovadoras do mundo têm em comum, que as faz continuamente se manter inovadoras e líderes em seus segmentos de atuação – e, em alguns casos, liderando mesmo em setores não relacionados à sua atividade original.

Com esse intuito, Englert foi passar um período no Vale do Silício, em 2015. “Vi de perto uma nova maneira de fazer negócios. Muito mais ágil, transparente, e com um novo propósito”, diz. Já Glitz viajou por 42 países, conhecendo empreendedores e empresas inovadoras. De volta ao Brasil, os dois foram empreender novos negócios e investir em startups que consideravam disruptivas em segmentos distintos com financeiro, educação e moda.

Ambos são sócios em mais de sete negócios distintos entre eles a fintech Warren, a fabricantes de calçados Yuool, e a StartSe, do setor de educação. Em comum, esses empreendimentos têm o modelo de gestão e a velocidade de crescimento (acelerado).

Englert e Glitz reuniram as experiências práticas que tiveram nos últimos anos, na condução destes negócios, com erros e acertos, em um método de gestão que agora virou o curso online Motor do Crescimento, cuja venda se encerra nesta sexta-feira, às 11h59.

Abaixo, um resumo com as 10 práticas de gestão, que no curso online são abordadas em maior profundidade, que você precisa incorporar ao dia-a-dia para a sua empresa crescer na Nova Economia.

1. Pare de administrar sua empresa olhando pelo retrovisor. Quando crescem, as empresas procuram se proteger e entram em um modelo mental de manutenção do que conquistaram. Evitam tomar risco, ficam muito presas às suas metas, e isso cria uma cultura conservadora. O cliente não admite mais esse conservadorismo. Ele quer respostas mais rápidas para as demandas que faz à empresa, quer produtos e serviços mais alinhados às suas necessidades. Para isso, a empresa precisa olhar para fora de suas fronteiras, para inovar.

2. Pratique a gestão por contexto e abandone a gestão por controle. A gestão por contexto começa com um propósito muito forte, que precisa ser incorporador por todos, para que as pessoas então sejam ensinadas a trabalhar com autonomia, tendo clareza dos objetivos de curto e longo prazo da empresa, e passem então a experimentar e criar (projetos, produtos, serviços). O erro tem que ser visto como parte do contexto de aprendizado e o acerto, como um evento a ser premiado (PLR, no curto prazo e sociedade no longo prazo)

3. Liberdade com responsabilidade. Certifique-se de que os funcionários conhecem os objetivos de negócio, então dê autonomia e exija responsabilidade no cumprimento das metas

4. Pratique, obstinadamente e com disciplina, a meritocracia. A noção de que os melhores profissionais, àqueles que mais contribuem para o sucesso do negócio, devem partilhar do resultado financeiro da empresa é recente. E tem se mostrado uma tremendo diferencial como prática de gestão, tanto para atração e retenção de talentos como tática para diversificação de riscos.

5. Coloque, de uma vez por todas, o cliente no centro de sua estratégia de negócios. Fácil de falar, difícil de praticar, esse é um capítulo que está bem detalhado no curso online Motor do Crescimento.

6. Cuide para que a execução de seus projetos garanta a satisfação máxima do cliente. Relacionado à prática anterior, aqui o foco é a execução e a busca incessante por colocar o cliente no centro da estratégia do negócio. Há um capítulo especialem Motor do Crescimento, cujo tutor é Mauricio Benvenutti, que trata sobre o novo comportamento do consumidor. Entender o consumidor é um primeiro passo para executar direito os serviços e produtos destinados a ele(a).

7. Aja com total transparência. Esse é um valor do século 21. Como incorporá-lo aos negócios? Englert e Glitz contam como trazer esse valor para o dia-a-dia da empresa.

8. Aprenda a pensar e agir como uma startup. Um dos grandes segredos das startups é que criam as coisas com base em processos diferentes. Em vez de usar cenário de cinco anos e colocar um monte de gente executando, elas definem uma hipótese. Por exemplo, como é possível pedir um táxi usando o smartphone. Não será um produto ou serviço a ser lançado daqui a dois anos. A validação é a mais curta possível, o entendimento sobre o negócio, certo ou errado, é mais rápido e simples e isso diminui muito o risco e o custo de lançamento e de distribuição. À medida que coloca a hipótese do negócio na rua, já é preciso tentar validar se é positiva ou negativa. Se errar nessa fase, vira um aprendizado, corrige a hipótese e coloca na rua de novo. A preocupação de uma startup não é lançar um produto sensacional, mas praticar, corrigir e evoluir. “Ao se aproximar de startups, as empresas tradicionais conseguem melhorias interessantes nos seus processos, tornam a operação mais rápida, trazem novas linhas de receita e trocam informação com base em uma nova cultura”, diz Englert.

9. Saiba como identificar a concorrência transversal (de outro mercado) e assimétrica (que entra no seu mercado de forma extremamente relevante). A competição agora é transversal e assimétrica, ou seja, os pequenos concorrem com os grandes e todos concorrem lateralmente, com negócios que se misturam em algum momento. Um exemplo é a Rappi, aplicativo de entregas, cuja marca se tornou conhecida também pelos motoboys com coletes e caixas laranjas. Recentemente, a Rappi lançou uma função para transferência de dinheiro entre usuários de seu app. Com isso, surgiu a discussão: a Rappi vai competir com as fintechs? O questionamento surgiu quando a empresa recebia um aporte, no valor de 200 milhões de dólares.

10. Forme um time espetacular e transforme os melhores em seus sócios (no seu negócio ou em novos negócios). Esse é o verdadeiro segredo das empresas bem-sucedidas e inovadoras.

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1 Comment

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Bolsonaro diz que Moro é egoísta e não ajuda governo em crise do coronavírus

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No final de semana, em conversa com interlocutores, Bolsonaro reclamou da postura do ex-juiz da Operação Lava-Jato, dizendo que o ministro ‘só pensa nele’ e ‘não está fazendo nada’ para ajudar o governo na batalha que o presidente trava com os governadores. Presidente reclama de estar desassistido juridicamente

O presidente Jair Bolsonaro está irritado com a postura do ministro da Justiça, Sergio Moro, na crise do coronavírus. No final de semana, o presidente reclamou a interlocutores que Moro é “egoísta” e não está atuando para defender as suas posições no enfrentamento às medidas restritivas dos estados e municípios como controle da COVID-19. Bolsonaro, segundo o jornal O Estado de S. Paulo apurou, reclama de estar desassistido juridicamente.

SAIBA MAIS

A irritação do presidente já é sintetizada em uma montagem que circula em grupos de WhatsApp bolsonaristas e mostra o ministro da Justiça em três versões. Na primeira foto, Moro está com uma máscara na boca. Na segunda, a proteção cobre os olhos. Na terceira, duas máscaras tapam os ouvidos.
No final de semana, em conversa com interlocutores, Bolsonaro reclamou da postura do ex-juiz da Operação Lava-Jato, dizendo que o ministro “só pensa nele” e “não está fazendo nada” para ajudar o governo na batalha que o presidente trava com os governadores.
Nas redes sociais, Moro tem se isentado de abraçar o discurso de Bolsonaro, que defende que as pessoas fora do grupo de risco voltem ao trabalho. Nesta segunda-feira, o ministro da Justiça, que já sofre pressão nos bastidores, deu seu recado no Twitter: “Prudência no momento é fundamental”.
A frase foi publicada junto com um artigo do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), publicado em O GLOBO, em que faz um apelo aos magistrados dizendo que “é hora de ouvir a Ciência.” Moro fez questão de destacar um trecho do texto de Fux: “Está na ordem do dia a virtude passiva dos juízes e a humildade de reconhecer, em muitos casos, a ausência de expertise em relação à COVID-19”
O governo federal tem perdido batalha considerada cara a Bolsonaro contra governadores e prefeitos. Apesar de Bolsonaro defender um isolamento vertical, somente para idosos e pessoas com doenças, os estados e municípios seguem adotando a quarentena como medida para controlar o avanço da COVID-19.
Na semana passada, a Justiça do Rio derrubou decisão de Bolsonaro de reabrir os templos e as casas lotéricas. Outra derrota foi imposta quando o ministro Marco Aurélio Melo, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu liminarmente que governadores e prefeitos podem determinar sobre as restrições de circulação de transporte. A decisão derrubou um trecho da medida provisória que restringe ao governo federal determinar o que são serviços essenciais.
No domingo, Bolsonaro disse que teve um “insight” para baixar um decreto para liberar “toda e qualquer profissão” a trabalhar. Auxiliares da área jurídica têm alertado o presidente que as decisões individuais da União, estados e municípios podem acarretar uma série de ações judiciais questionando as medidas uns dos outros. Eles tentam convencer Bolsonaro que chegar a um consenso com governadores e prefeitos é mais eficaz.
O presidente, no entanto, não está convencido. Para ele, Moro, o qual considera o mais experiente e tem mais popularidade, deveria ajudar o governo na disputa jurídica. A conclusão do presidente, segundo relatos ao Estado, é que Moro, ao optar por não buscar auxiliar o governo fora dos temas diretamente à sua pasta, demonstra atuar somente no que lhe dá capital político. Moro já assinou decretos para restringir a entrada de estrangeiros no país.
A avaliação no círculo mais próximo de Bolsonaro é que o ministro André Luiz Mendonça, da Advocacia-Geral da União (AGU), embora seja tecnicamente bem preparado, é tímido politicamente e tem ficado aquém das expectativas do presidente na guerra que se transformou a crise do coronavírus. Já o ministro Jorge Oliveira, da Secretaria-Geral da Presidência e responsável pela Subchefia de Assuntos Jurídicos (SAJ), mesmo tendo uma relação familiar com o presidente, tem adotado uma postura comedida. Para Bolsonaro, a parte jurídica está sem rumo.

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Coronavírus: Filipinas ordena a policiais matar quem violar quarentena

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Pela televisão, Rodrigo Duterte culpa grupos a esquerda por instigar os protestos que demandavam ajuda do governo aos mais necessitados

Por Da Redação – Atualizado em 2 abr 2020, 13h55 – Publicado em 2 abr 2020, 13h24

O presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, em discurso sobre a medida draconiana: ‘No lugar de causar problemas, te enviaremos à tumba’ – 02/04/2020 Erik De Castro/Reuters

O presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, autorizou as Forças Armadas e as autoridades policiais a matarem as pessoas que violarem a quarentena imposta pelo governo por conta da pandemia de Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. O anuncio foi feito durante um pronunciamento na televisão nesta quinta-feira, 2, pelo líder filipino, cujo perfil autoritário e contrário aos direitos humanos já foi atestado em outros episódios.

“Morto. No lugar de causar problemas, te enviaremos à tumba”, disse Duterte, que culpou grupos de esquerda por protestos realizados sem a permissão da polícia em Manilla, a capital do país, no qual os manifestantes pediam por ajuda do governo. “Minhas ordens para a polícia e os militares são que, se houver problemas e houver um momento em que suas vidas estiverem em perigo, atirem para matar”.

O país se encontra em estado de calamidade por conta da pandemia. Cidadãos mais pobres foram os mais prejudicados pelas regras de confinamento impostas pelo governo. Apesar de ter aprovado um programa para enviar dinheiro para essas pessoas, como vários países pelo mundo, inclusive o Brasil, estão fazendo, a proposta ainda não entrou em vigor. Por isso, os cidadãos vão às ruas protestar e pedir agilidade das autoridades e acabam por contrariar as regras de quarentena do país.

No pronunciamento, Duterte afirmou sobre a importância de que todo mundo coopere com as normas de confinamento para frear a propagação do vírus e evitar o colapso do sistema de saúde do país. “A situação está piorando. Por mais alertas para a seriedade do problema, todos devem escutar”, disse. As Filipinas tem 2.633 casos confirmados de Covid-19 e 107 mortes. Cerca de 50 milhões de pessoas estão em quarentena.

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Coronavírus provocará entre 100.000 e 240.000 mortes nos EUA, segundo projeções da Casa Branca

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Presidente Trump adverte que a situação será “muito dolorosa durante duas semanas”

PABLO GUIMÓNWashington – 01 ABR 2020 – 08:37 BRT

O presidente Donald Trump.
O presidente Donald Trump.EFE

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A mensagem da Casa Branca é dramática. A projeção indica que o coronavírus provoque entre 100.000 e 240.000 mortes nos Estados Unidos. Isso na melhor das hipóteses, explicou a doutora Deborah Birx, coordenadora de resposta à pandemia: desde que sejam mantidas as diretrizes de distanciamento social. Respeitá-las, afirmou Donald Trump, “é uma questão de vida ou morte”. “Vamos passar duas semanas muito difíceis”, alertou o presidente. “Será doloroso, muito doloroso durante duas semanas.”

“Quero que todos os americanos estejam preparados para os dias difíceis que teremos pela frente”, pediu Trump, na intervenção mais grave que já realizou, no dia em que o número de mortos por coronavírus nos Estados Unidos ultrapassou o dos que morreram nos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. Nesta terça-feira à tarde o número de casos confirmados de Covid-19 no país superava os 183.000 e o coronavírus havia causado mais de 3.700 mortes, número que triplicou desde quinta-feira.

O presidente e o vice-presidente, assim como as autoridades presentes na entrevista coletiva diária, quiseram transmitir ao público que o sucesso ou o fracasso depende do rigoroso respeito às medidas de distanciamento. “A mitigação é a resposta”, disse o epidemiologista Anthony Fauci, homem-chave na estratégia da Casa Branca contra o coronavírus. “Os 15 dias de mitigação tiveram efeito. A razão pela qual sabemos que precisamos fazer mais 30 dias é que agora é o momento de não tirar o pé do acelerador, mas de pisar ainda mais.”

No domingo, Trump anunciou que estende as diretrizes de distanciamento social até 30 de abril. Há apenas uma semana ele havia manifestado a intenção de começar a levantar as medidas até 12 de abril. “Adoraria ter o país aberto para o domingo de Páscoa”, disse ele. “O remédio é pior que a doença”, acrescentou, referindo-se ao colossal dano econômico que as medidas já estão provocando. A crua realidade se encarregou de frustrar seus planos.

A doutora Birx explicou que os modelos iniciais previam entre 1,5 milhão e 2,2 milhões de mortes. Mas isso era sem medidas de distanciamento social para retardar a propagação do vírus. Birx e Fauci discutiram a importância do fato que os Estados que ainda não experimentaram a aceleração de casos de Nova York (75.800) ou Nova Jersey (18.600) atuem já para achatar a curva de expansão do vírus. “Não aceitamos esses números”, disse Fauci, referindo-se às entre 100.000 e 240.000 mortes que prevê o modelo que contempla as medidas de distanciamento. “Queremos fazer muito melhor que isso.”

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