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Qual o papel do professor já que toda Educação está na internet?

Toda informação está na internet enquanto o modelo educacional está 100 anos atrasado: Qual o papel do professor que está dividido entre as tecnologias do futuro e a educação do passado?

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Photo: Shutterstock

Você que está lendo essa matéria provavelmente já esteve dentro de uma sala de aula.

Vários alunos na posição de aprendizes e um professor na posição de maior fonte de conhecimento disponível.

Não é preciso ir muito longe para descobrir que esse modelo tradicional, que dura há mais de 100 anos, já chegou no seu limite. E está mais do que desatualizado.

E o professor deixou de ser a principal fonte de conhecimento desde 1998, quando o Google foi criado.

As informações que antes estavam nas bibliotecas e nos livros, hoje estão acontecendo em tempo real na internet.

Se alguém quer aprender sobre foguetes espaciais, pode assistir no YouTube uma aula sobre o assunto, com um especialista em Física ou da própria NASA.

Quer aprender mais sobre matemática, poderá assistir aulas com os maiores matemáticos do mundo.

Tudo isso gratuitamente, online, sempre e de onde quiser.

Qual o novo papel que as instituições e os professores devem adotar diante da abundância de informações na internet?

O papel do professor não está mais em ensinar o que o aluno vai a aprender. Ele pode fazer isso por outros canais.

O professor hoje precisa ser a ponte que vai ensinar novas formas do aluno aprender.

É isso que vai fazer com que ele continue aprendendo e reaprendendo mesmo que a tecnologia, as novas descobertas e até mesmo o fim e o nascimento de indústrias aconteçam.

Empresas como Google e Apple já entenderam isso. E não exigem mais diploma dos seus novos colaboradores.

Para 2 das empresas mais valiosas do mundo, não faz sentido exigirem um conhecimento que não faz mais parte do dia a dia das empresas. Nem habilidades que podem cair em desuso quando uma nova tecnologia existir.

As empresas estão dando seu próprio jeito de terem colaboradores internos preparados para o futuro do trabalho e da tecnologia.

E as escolas e universidades?

O professor, pensador e um dos pais da administração moderna, Peter Drucker falou no início dos anos 90 que:

“Daqui a 30 anos, os grandes campus universitários serão relíquias. As universidades não vão sobreviver.”

E quanto enxergamos a distância que as escolas estão do mundo real e até mesmo da internet, vemos que ele, no fundo, tinha toda razão.

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Pangolin – Coronavírus – Covid – 19

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Estação Espacial Internacional é fotografada por astrônomo amador do quintal de casa

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Depois de um buraco negro super distante, foi a vez da Estação Espacial Internacional posar para a foto. O usuário do Reddit 120decibel postou em seu perfil uma foto que tirou do complexo a partir do quintal de sua casa. O porém fica por conta do fato de que ele utilizou nada menos que um telescópio que custa em torno de US$7 mil, o que ainda assim não desvaloriza seu feito. Segundo ele, foi preciso acompanhar manualmente o avanço da estação, que viaja a uma velocidade de aproximadamente 28 mil km/h, sendo necessário também uma câmera com alta taxa de quadros.

Mesmo que não possua um equipamento especializado caríssimo, você também pode ver a estação a olho nu, ainda que não com a mesma clareza da foto acima. Segundo outros usuários, a ISS pode ser vista como um ponto brilhante no céu, 30º acima do horizonte. Você deve, no entanto, prestar bastante atenção, já que sua passagem dura cerca de 2 minutos, e pode ser facilmente confundida com uma estrela qualquer, ou até mesmo um avião.

Caso tenha interesse e queira se planejar, o site Heavens Above possui todos os dados que você precisa para fazer a observação, incluindo previsões dos locais onde o complexo irá passar nos próximos dez dias. Vale lembrar que as condições climáticas também influenciam na observação, com um dia nublado impossibilitando sua visão, por exemplo.

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Quarentena generalizada mudou a maneira como a crosta da Terra se move

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Com menor atividade humana, o chamado ruído sísmico da crosta terrestre também diminuiu. Entenda o fenômeno.

Por Bruno Carbinattoaccess_time1 abr 2020, 19h25chat_bubble_outlinemore_horiz

 (tunart/Superinteressante)

Com grande parte do mundo adotando medidas totais ou parciais de distanciamento social, a Terra está ficando menos agitada – literalmente. Cientistas de diversos países vêm observando a diminuição do chamado ruído sísmico, o barulho gerado pela vibração da crosta terrestre capaz de ser medido por instrumentos chamados sismógrafos. 

A redução provavelmente tem a ver com a menor circulação de pessoas e carros pelas cidades, além da pausa em outras atividades humanas, segundo pesquisadores. Parece exagerado pensar que nossas ações alteram a dinâmica terrestre, mas, quando somadas, as influências humanas causam sim pequenas variações na vibração da crosta, principalmente em nível local. Esse “ruído de fundo”, em geral, é negativo para a atividade dos sismógrafos, porque atrapalha as observações de ruídos naturais que ocorram na mesma frequência.

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