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Fotos raras de Osama Bin Laden em esconderijo divulgadas pelo governo dos EUA

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Fotos raras de Osama bin Laden, falecido líder da organização terrorista Al Qaeda foram divulgadas esta semana pelo escritório do Distrito Sul da Procuradoria da cidade de Nova York, Estados Unidos. As fotos, apreendidas durante o julgamento de Khaled al-Fawwaz, um dos contatos de comunicação de Bin Laden em Londres, na Inglaterra nos anos 1990.

Na foto, ele está sentado numa cama, cercado de livros e armas, em Waziristan Haveli, seu esconderijo na cidade de Abottabad, no Afeganistão, onde foi localizado e morto em 2011 por Forças Especiais americanas.

Veja mais fotos em:

https://www.nydailynews.com/news/rare-photos-osama-bin-laden-secret-hideout-gallery-1.2147677

Fonte: U.S. Attorney’s Office for the Southern District of New York / New York Daily News

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Homem mais rico do mundo doa 8% de sua fortuna contra o coronavírus

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Jeff Bezos, CEO e fundador da Amazon e homem mais rico do mundo, anunciou na quinta-feira (2) uma doação de US$ 100 milhões a uma ONG dos Estados Unidos que combate a fome em comunidades carentes como forma de apoiar a luta contra a pandemia de coronavírus. A informação é do Portal Yahoo.

O valor representa cerca de 8,4% da fortuna total de Bezos, estimada pela Forbes em US$ 117,9 bilhões. A ONG que receberá a doação, Feeding America, tem bancos de alimentos distribuídos por todo o território dos EUA, país que já se tornou epicentro da covid-19 no mundo.

Além de Bezos, a Feeding America também recebeu doações de Laurene Powell-Jobs, viúva do fundador da Apple, Steve Jobs.

A organização enfrenta uma alta na demanda, já que muitos norte-americanos que perderam o emprego com o fechamento de lojas e empresas, consequência das medidas de isolamento social para tentar conter a propagação do coronavírus.

Por outro lado, o estoque de alimentos da ONG também tem diminuído, visto que os principais doadores, os restaurantes dos EUA, também estão fechados. A organização atender cerca de 46 milhões de pessoas.

Através de Bezos, a Amazon entra para uma crescente lista de empresas que têm destinado fundos ao combate ao coronavírus. No Brasil, empresas de grande porte já doaram mais de R$ 390 milhões.

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O ministro da Saúde, Mandetta, diz que pandemia será superada com dor e o que vem pela frente é preocupante.

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— Não existe superar sem dor. Serão semanas duras. Serão dias difíceis. Não estamos aqui para tampar o sol com a peneira não. Mas faremos com o máximo da nossa inteligência, com o máximo do nosso denodo, sempre pensando no paciente, sempre pensando na preservação do maior número de vidas — disse Mandetta.

Segundo ele, a ideia é fazer um “painel nacional” para enfrentar a epidemia:

— Quando tiver um problema maior na cidade A, a gente vai à cidade B, que está calma, reforça um pouco aqui, e vai trabalhando esse nosso barco com muita dificuldade. Mas vamos ver se a gente consegue ir balanceando e utilizando a a vantagem que a gente tem, de ter o Sistema Único de Saúde.

O ministro disse que está preocupado com todo o Brasil e que mesmo uma “cidade pequenininha” pode ter problema. Mas ele chamou atenção para alguns grandes centros do país. É o caso de São Paulo e Rio de Janeiro.

— É claro que nós temos uma cidade muito grande como é São Paulo, que tem 22 milhões na Grande São Paulo, onde uma espiral ali seria muito intensa. Temos um Rio de Janeiro, que a gente tem chamado atenção desde o início, que possui áreas de exclusão social com muita aglutinação de pessoas, difícil de fazer isolamento — afirmou.

Sobre a capital do país, o ministro explicou os números:

— Brasília, pelo fato de inúmeros voos internacionais, e muitas pessoas domésticas, voos de São Paulo, voos do Rio o dia inteiro para cá quando o Congresso está aberto, quando ela está efervescente. A cidade é cosmopolita. Por isso Brasília também um índice elevado.

Ministro diz que não vai ‘abandonar o paciente’

Durante a entrevista de ontem, o ministro Luiz Henrique Mandetta teve que responder a perguntas sobre as críticas públicas que tem recebido do presidente Jair Bolsonaro. Ao ser questionado se pensava em deixar o governo, ele afirmou que “médico não abandona o paciente”.

— Quanto a eu deixar o governo por minha vontade, eu tenho uma coisa na minha vida que eu aprendi com os meus mestres: “Médico não abandona paciente, meu filho”. Eu já cansei de terminar plantão na minha vida, e o plantonista que tinha que chegar para me render, para eu poder ir embora, não aparecer, por problemas quaisquer, e eu ficar 24 horas dentro do hospital — declarou.

Na quinta-feira, Bolsonaro afirmou que ele e Mandetta têm se “bicado há algum tempo” e que o ministro da Saúde “extrapolou” em meio à crise provocada pelo novo coronavírus. O presidente afirmou ainda que nenhum ministro é “indemissível”.

— O foco é do serviço. É do trabalho. Esse paciente chamado Brasil, quem me pediu para tomar conta dele neste momento é o presidente. E eu tenho dado para ele todas as informações. E entendo, entendo. Entendo os empresários que se queixam a ele. Entendo as pessoas que veem o lado político e colocam a ele. Entendo as pessoas que gostariam que a solução fosse uma solução rápida — acrescentou o ministro da Saúde.

Dificuldades com respiradores

Mandetta também admitiu que o Brasil tem tido dificuldades para comprar respiradores e outros insumos de auxílio no combate ao coronavírus e reforçou a necessidade de que as pessoas diminuem a atividade social para reduzir o avanço do contágio no país.

— O mundo inteiro compra da China, isso fez com que atravessássemos fevereiro e março sem adquirir de lá — disse, citando o fato que o país, que foi a origem da Covid-19, voltou inicialmente a sua produção de insumos apenas para abastecer o mercado interno.

— Temos aí uma coleção de problemas que vão se somando neste mercado.

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Diretor da Johnson diz que empresa testa vacina com 80% de êxito contra o coronavírus

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Empresa já iniciou a produção da vacina, mesmo antes de testá-la em humanos. Enquanto isso, pesquisadores de quatro países tentam provar eficácia da vacina BCG para prevenir o covid-19

Por Victor Farinelli

Em uma entrevista para o diário espanhol El Mundo, o diretor científico da Johnson & Johnson, Paul Stoffels, afirmou que sua empresa trabalha para lançar uma vacina contra o covid-19, e em tempo recorde.

O cientista e empresário belga admite estar “relativamente esperançoso” com os avanços realizados até agora por sua equipe de pesquisas, e embora não conte maiores detalhes: apenas diz que o produto surgiu a partir de uma vacina para o vírus do resfriado, e dá a entender que os primeiros testes realizados com o produto, com cobaias, foram um sucesso.

O curioso do caso é que a empresa já iniciou a produção da vacina, mesmo antes de testá-la em humanos. A confiança de Stoffels é a chave para entender o caso. “Eu diria que a probabilidade de a nossa vacina ser sucesso é de mais de 80%”, assegura o cientista, que espera ter o produto a venda talvez ainda neste primeiro semestre, caso o teste em humanos seja bem sucedido.

Em outro momento da entrevista, o diretor compara o desafio que a humanidade enfrenta hoje como o da chamada “gripe espanhola”, entre os anos de 1918 e 1919. “Este é o maior desafio médico que já enfrentei. Acho que não víamos uma crise médica com tanto impacto desde a gripe espanhola, em 1918”, especificou.

Sobre uma possível segunda onda de infecções, Stoffels diz que “dependerá de como vai evoluir o número de infecções, internamentos e mortes”.

“Se começarem a baixar, temos que permanecer calmos por algum tempo, para evitar o início de uma segunda onda. É crucial medir quantas pessoas produziram anticorpos e até que ponto elas fornecem proteção. Teremos que reunir muitas informações. Devemos reiniciar até o verão. O distanciamento social continuará, mas a sociedade precisa voltar ao trabalho”, opina o empresário.

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