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Prepare-se para 8 características do futuro do trabalho

CEO da PageGroup enumera as principais tendências para as quais profissionais e empresas devem se adaptar desde já

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Photo: Shutterstock

O impacto das novas tecnologias nas relações de trabalho, no perfil dos profissionais e no futuro do ambiente corporativo é um assunto que interessa e preocupa a todos atualmente. Já é fato que a automação e uso de tecnologia das empresas irá tirar vagas de emprego dos humanos, então o que devemos fazer quando essa realidade chegar?

Quem ajuda a responder essa pergunta é Gijs van Delft, CEO da PageGroup Brasil, que participou do evento “The Future of Work“, que aconteceu em São Paulo hoje (29 de agosto). Segundo ele, em meio a essa ameaça da automação, temos que ser “o mais humano possível”. Ele lista as cinco habilidades mais importantes do futuro do trabalho, e que só os humanos possuem: resolução de problemas complexos, pensamento crítico, criatividade, gerenciamento de pessoas e aprendizado constante.

“Cada vez mais o trabalho operacional será feito por máquinas, e a liderança sênior está ficando cada vez mais complexa”, alerta o executivo. Neste cenário de alta complexidade e enaltecimento das características humanas dos profissionais, van Delft afirma que a Quarta Revolução será “sobre pessoas”.  “O que é diferente nessa revolução em relação às anteriores é que tudo está indo incrivelmente rápido. O impacto nas nossas vidas, carreiras e empresas e no nosso dia a dia é maior do que nunca”, analisa.

Enquanto há dez anos as habilidades técnicas reinavam na lista de exigências das empresas na hora de recrutar novos funcionários, agora as habilidades sociais, emocionais e cognitivas, como as citadas por ele, ganham cada vez mais espaço no mercado. Daqui para a frente, elas vão crescer em importância entre os recrutadores e devem ser cultivadas permanentemente, segundo van Delft.

Habilidades técnicas estão dando lugar para habilidades que não podem ser substituídas por robôs, como pensamento crítico e capacidade de resolver problemas

Ele explica que a inteligência artificial ainda precisa do fator humano para ter uma melhor performance e atuar em situações complexas e críticas que requerem julgamento e pensamento criativo, outro motivo para os profissionais estarem atentos a essas habilidades. O executivo também dá uma lista de 8 características do futuro do mercado de trabalho às quais profissionais e empresas devem ficar atentos:

8 características do futuro do trabalho

1 – Mais competição: o mercado está se tornando cada vez mais competitivo globalmente. Antes, para uma seleção para uma vaga, a competição era com as pessoas da mesma cidade, e do mesmo segmento de atuação. Agora, as buscas são feitas globalmente, e o candidato pode vir de qualquer lugar do mundo, segundo o CEO da PageGroup.

2 – Adeus à carreira vitalícia: ter um emprego para a vida toda, além de ser uma realidade que não mais existe, também deixou de ser atraente para os profissionais. Na contramão, a tendência agora são os empregos temporários, que estão crescendo no mundo todo, e também no Brasil. “No futuro teremos candidatos trabalhando duas ou três horas por dia para uma empresa e mais duas ou três horas para outra”, conta van Delft. O modelo de trabalho temporário é flexível e muito focado em pontos específicos. Hoje, o trabalhador temporário é considerado principalmente para mão de obra operacional, mas cada vez mais empresas estão usando este formato de contratação para média e alta gerência, ainda de acordo com o executivo.

3 – Aprendizado por toda a vida: quem deixar de aprender, melhorar e se atualizar acabará ficando fora do mercado. “Nos últimos anos, o acesso que temos a conteúdos que nos permitem o autoaprendizado é incrível. Nosso filhos, as gerações Y e Z, são as primeiras que podem ensinar algo aos pais”, exemplifica o CEO. “É preciso se atualizar com cursos de curta duração, e desenvolver o autoaprendizado o tempo todo”, alerta.

4 – Local de trabalho flexível: segundo a PageGroup, 69% dos profissionais querem mais flexibilidade e 61% possuem alta adaptabilidade. Ter um local de trabalho flexível tem se tornado importante para as pessoas e é uma prática com cada vez mais empresas adeptas. No futuro do trabalho, a flexibilidade será ainda mais importante.

5 – Trabalho dinâmico: as pessoas atualmente procuram por desafios, novos ambientes. “É preciso ter adaptabilidade para mudar de ambiente o tempo todo”, alerta.

6 – Desenvolvimento tecnológico: os cobots, colaborated robots, já estão trabalhando junto com as pessoas em muitas empresas. Não faltam exemplos de setores em que a inovação está modificando o dia a dia dos profissionais. A área de recrutamento, por exemplo, já utiliza artificial intelligence para tornar o processo mais produtivo e eficiente, segundo o executivo. “Muitos candidato ainda são resistentes a fazer entrevistas de emprego por vídeo. E nas entrevistas feitas por robôs, apenas 40% dos candidatos chegam até o final”, conta. Ele lembra que a adoção de tecnologia nem sempre é tão rápida quanto imaginamos, mas é preciso se adaptar. O lado humano, porém, ainda é essencial em muitos casos. “Em recrutamento o fator humano ainda é peça-chave para promover a diversidade”. 

7 – Economia globalizada: no futuro do trabalho, os profissionais terão cada vez mais envolvimento em projetos globais das empresas em que atuam, tendo que lidar com times de diferentes países.

8 – Novas profissões: 65% das profissões que as crianças de hoje terão no futuro ainda não existem. Em todos os segmentos, muitos empregos novos surgirão, de acordo com o especialista. “É incrível a rapidez com que novas profissões estão sendo criadas. Lidamos com isso todos os dias”, conta. Na PageGroup, muitas vezes os clientes nem sabem como chamar a profissão para a qual estão buscando profissionais no mercado. “Eles sabem que têm um problema para ser resolvido. Nós os ajudamos até a criar o nome do cargo”, diz.

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Médico que curou empresário joinvilense com coronavírus fala sobre o tratamento

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Doutor em imunologia, Roberto Zeballos defende uso de esteroides associados à claritromicina para controlar a infecção pulmonar e reduzir mortalidade RAQUEL SCHIAVINI SCHWARZ, JOINVILLE 02/04/2020 ÀS 18H09

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 Atualizado Há 6 horas

O médico Roberto Zeballos, que tratou e curou o empresário joinvilense Alexandre Fernandes, infectado pela COVID-19, contou como foi o tratamento e deixou um alerta.

Zeballos é clínico geral, doutor em imunologia, microbiologia e virologia e atende em São Paulo, onde Alexandre permaneceu internado até a recuperação total.

Para Zeballos, referência em imunologia, quanto mais cedo se trata a infecção, mais cedo se previne a necessidade de intubação – Foto: Reprodução Youtube/Divulgação ND

Em entrevista por telefone à reportagem do nd+, Zeballos destacou que um estudo recente mostrou que esteroides associados à claritromicina têm reduzido a mortalidade de pacientes com coronavírus.

No caso do empresário joinvilense, que estava próximo de necessitar de intubação, e com a atividade pulmonar bem comprometida, Zeballos passou a introduzir esse tratamento – esteroides associados à claritromicina.

“Em uma semana, Alexandre estava indo para casa”, atesta o imunologista. O quadro clínico foi evoluindo diariamente, até não precisar mais de oxigênio e deixar a UTI.

O empresário ficou no quarto mais três dias até ficar com o vírus negativado, evitando, assim, qualquer possibilidade de transmissão da doença. Hoje, Alexandre está totalmente recuperado com sua capacidade pulmonar 100%.

“A nossa medicina está olhando para o vírus, mas o que tem matado é a inflamação pulmonar. Por isso, precisamos focar no controle à infecção e deixar o sistema imunológico eliminar o vírus”, reforça Roberto Zeballos.
Para o imunologista, quanto mais cedo se trata a infecção, mais cedo se previne a necessidade de intubação em UTIs.

Os esteroides, continua Zeballos, têm ação anti-inflamatória que inibem substâncias que causam o dano pulmonar. “Então, enquanto o esteroide controla a infecção, o sistema imunológico se livra do vírus.”

O imunologista destacou que Alexandre foi o primeiro caso no Brasil a receber esse tratamento.

Estudo

Zeballos, inclusive, está trabalhando em um estudo que irá publicar no Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) para que as autoridades de saúde do País tomem conhecimento sobre esse tratamento de sucesso e passem a adotar medidas para reduzir o índice de mortalidade.

A pesquisa começou com os chineses, que perceberam que o uso de esteroides previnem e controlam a inflamação pulmonar no estágio inicial.

O especialista lembra, no entanto, que 85% das pessoas infectadas com o novo coronavírus não precisam nem devem chegar perto de um hospital. Destes 85%, 30% nem sintomas apresentam.

E dos 15% restantes, 10% precisam de hospital, mas apenas 5% apresentam sintomas críticos e requerem cuidados específicos, como ventilação. Por isso, a importância de buscar os canais corretos de saúde e cada um fazer sua parte no combate à disseminação da pandemia, encerra Zeballos

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Pangolin – Coronavírus – Covid-19

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Estação Espacial Internacional é fotografada por astrônomo amador do quintal de casa

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Depois de um buraco negro super distante, foi a vez da Estação Espacial Internacional posar para a foto. O usuário do Reddit 120decibel postou em seu perfil uma foto que tirou do complexo a partir do quintal de sua casa. O porém fica por conta do fato de que ele utilizou nada menos que um telescópio que custa em torno de US$7 mil, o que ainda assim não desvaloriza seu feito. Segundo ele, foi preciso acompanhar manualmente o avanço da estação, que viaja a uma velocidade de aproximadamente 28 mil km/h, sendo necessário também uma câmera com alta taxa de quadros.

Mesmo que não possua um equipamento especializado caríssimo, você também pode ver a estação a olho nu, ainda que não com a mesma clareza da foto acima. Segundo outros usuários, a ISS pode ser vista como um ponto brilhante no céu, 30º acima do horizonte. Você deve, no entanto, prestar bastante atenção, já que sua passagem dura cerca de 2 minutos, e pode ser facilmente confundida com uma estrela qualquer, ou até mesmo um avião.

Caso tenha interesse e queira se planejar, o site Heavens Above possui todos os dados que você precisa para fazer a observação, incluindo previsões dos locais onde o complexo irá passar nos próximos dez dias. Vale lembrar que as condições climáticas também influenciam na observação, com um dia nublado impossibilitando sua visão, por exemplo.

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