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O Brasil Que Dá Certo: Forças Especiais dos EUA querem os nossos Tucanos

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Depois da bem sucedida experiência da Força Aérea dos Estados Unidos (United States Air Force – USAF) com nosso avião Tucano no Afeganistão, chegou a vez das Forças Especiais americanas.

Semana passada o website do programa de aquisições de material bélico do governo dos EUA (beta.sam.gov) noticiou o desejo do SOCOM (Special Operations Command) de comprar 75 unidades do A-29 Tucano, fabricado pela nossa EMBRAER.

As aeronaves serão inicialmente estacionadas na base da força aérea de Nellis, em Las Vegas, estado de Nevada, para testes, treinamento e desenvolvimento de táticas operacionais, além de padrões de interoperabilidade com países aliados em missões de ataque leve (light attack).

Além disso, o SOCOM desenvolverá um programa de instrução de pilotagem dos turboélices, já que todos os militares integrantes das Forças Especiais americanas precisam operar e pilotar todos os tipos de equipamentos, terrestres, aéreos, marítimos e fluviais para executar operações 24h por dia em tempo real ao redor do mundo, especialmente missões altamente secretas.

Nosso Tucano A-29 é o avião ideal para ataques leves contra tanques e blindados e assistência a tropas em solo, voando mais lento do que um jato, mas nem por isso menos letal com suas metralhadoras .50 e carga de mísseis embarcados.

Este é o Brasil Que Dá Certo !

Na foto, um Embraer A-29 Super Tucano com pintura ‘shark’ no nariz e tanques externos de combustível extra.

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Bolsonaro diz que Moro é egoísta e não ajuda governo em crise do coronavírus

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No final de semana, em conversa com interlocutores, Bolsonaro reclamou da postura do ex-juiz da Operação Lava-Jato, dizendo que o ministro ‘só pensa nele’ e ‘não está fazendo nada’ para ajudar o governo na batalha que o presidente trava com os governadores. Presidente reclama de estar desassistido juridicamente

O presidente Jair Bolsonaro está irritado com a postura do ministro da Justiça, Sergio Moro, na crise do coronavírus. No final de semana, o presidente reclamou a interlocutores que Moro é “egoísta” e não está atuando para defender as suas posições no enfrentamento às medidas restritivas dos estados e municípios como controle da COVID-19. Bolsonaro, segundo o jornal O Estado de S. Paulo apurou, reclama de estar desassistido juridicamente.

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A irritação do presidente já é sintetizada em uma montagem que circula em grupos de WhatsApp bolsonaristas e mostra o ministro da Justiça em três versões. Na primeira foto, Moro está com uma máscara na boca. Na segunda, a proteção cobre os olhos. Na terceira, duas máscaras tapam os ouvidos.
No final de semana, em conversa com interlocutores, Bolsonaro reclamou da postura do ex-juiz da Operação Lava-Jato, dizendo que o ministro “só pensa nele” e “não está fazendo nada” para ajudar o governo na batalha que o presidente trava com os governadores.
Nas redes sociais, Moro tem se isentado de abraçar o discurso de Bolsonaro, que defende que as pessoas fora do grupo de risco voltem ao trabalho. Nesta segunda-feira, o ministro da Justiça, que já sofre pressão nos bastidores, deu seu recado no Twitter: “Prudência no momento é fundamental”.
A frase foi publicada junto com um artigo do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), publicado em O GLOBO, em que faz um apelo aos magistrados dizendo que “é hora de ouvir a Ciência.” Moro fez questão de destacar um trecho do texto de Fux: “Está na ordem do dia a virtude passiva dos juízes e a humildade de reconhecer, em muitos casos, a ausência de expertise em relação à COVID-19”
O governo federal tem perdido batalha considerada cara a Bolsonaro contra governadores e prefeitos. Apesar de Bolsonaro defender um isolamento vertical, somente para idosos e pessoas com doenças, os estados e municípios seguem adotando a quarentena como medida para controlar o avanço da COVID-19.
Na semana passada, a Justiça do Rio derrubou decisão de Bolsonaro de reabrir os templos e as casas lotéricas. Outra derrota foi imposta quando o ministro Marco Aurélio Melo, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu liminarmente que governadores e prefeitos podem determinar sobre as restrições de circulação de transporte. A decisão derrubou um trecho da medida provisória que restringe ao governo federal determinar o que são serviços essenciais.
No domingo, Bolsonaro disse que teve um “insight” para baixar um decreto para liberar “toda e qualquer profissão” a trabalhar. Auxiliares da área jurídica têm alertado o presidente que as decisões individuais da União, estados e municípios podem acarretar uma série de ações judiciais questionando as medidas uns dos outros. Eles tentam convencer Bolsonaro que chegar a um consenso com governadores e prefeitos é mais eficaz.
O presidente, no entanto, não está convencido. Para ele, Moro, o qual considera o mais experiente e tem mais popularidade, deveria ajudar o governo na disputa jurídica. A conclusão do presidente, segundo relatos ao Estado, é que Moro, ao optar por não buscar auxiliar o governo fora dos temas diretamente à sua pasta, demonstra atuar somente no que lhe dá capital político. Moro já assinou decretos para restringir a entrada de estrangeiros no país.
A avaliação no círculo mais próximo de Bolsonaro é que o ministro André Luiz Mendonça, da Advocacia-Geral da União (AGU), embora seja tecnicamente bem preparado, é tímido politicamente e tem ficado aquém das expectativas do presidente na guerra que se transformou a crise do coronavírus. Já o ministro Jorge Oliveira, da Secretaria-Geral da Presidência e responsável pela Subchefia de Assuntos Jurídicos (SAJ), mesmo tendo uma relação familiar com o presidente, tem adotado uma postura comedida. Para Bolsonaro, a parte jurídica está sem rumo.

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Coronavírus: Filipinas ordena a policiais matar quem violar quarentena

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Pela televisão, Rodrigo Duterte culpa grupos a esquerda por instigar os protestos que demandavam ajuda do governo aos mais necessitados

Por Da Redação – Atualizado em 2 abr 2020, 13h55 – Publicado em 2 abr 2020, 13h24

O presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, em discurso sobre a medida draconiana: ‘No lugar de causar problemas, te enviaremos à tumba’ – 02/04/2020 Erik De Castro/Reuters

O presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, autorizou as Forças Armadas e as autoridades policiais a matarem as pessoas que violarem a quarentena imposta pelo governo por conta da pandemia de Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. O anuncio foi feito durante um pronunciamento na televisão nesta quinta-feira, 2, pelo líder filipino, cujo perfil autoritário e contrário aos direitos humanos já foi atestado em outros episódios.

“Morto. No lugar de causar problemas, te enviaremos à tumba”, disse Duterte, que culpou grupos de esquerda por protestos realizados sem a permissão da polícia em Manilla, a capital do país, no qual os manifestantes pediam por ajuda do governo. “Minhas ordens para a polícia e os militares são que, se houver problemas e houver um momento em que suas vidas estiverem em perigo, atirem para matar”.

O país se encontra em estado de calamidade por conta da pandemia. Cidadãos mais pobres foram os mais prejudicados pelas regras de confinamento impostas pelo governo. Apesar de ter aprovado um programa para enviar dinheiro para essas pessoas, como vários países pelo mundo, inclusive o Brasil, estão fazendo, a proposta ainda não entrou em vigor. Por isso, os cidadãos vão às ruas protestar e pedir agilidade das autoridades e acabam por contrariar as regras de quarentena do país.

No pronunciamento, Duterte afirmou sobre a importância de que todo mundo coopere com as normas de confinamento para frear a propagação do vírus e evitar o colapso do sistema de saúde do país. “A situação está piorando. Por mais alertas para a seriedade do problema, todos devem escutar”, disse. As Filipinas tem 2.633 casos confirmados de Covid-19 e 107 mortes. Cerca de 50 milhões de pessoas estão em quarentena.

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Renúncia de Bolsonaro está sendo preparada e passa pela anistia aos filhos, diz jornalista do Valor

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Bolsonaro mira o “juízo final”

A jornalista Maria Cristina Fernandes, colunista do Valor Econômico, publica nesta quinta-feira artigo sobre a busca de uma saída política para assegurar a renúncia de Jair Bolsonaro da Presidência da República 26 de março de 2020, 07:56 h Atualizado em 26 de março de 2020, 10:04

Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro (Foto: Marcos Corrêa/PR)

 “A tese do afastamento do presidente viralizou nas instituições. O combate à pandemia já havia unido o país, do plenário virtual do Congresso Nacional ao toque de recolher das favelas. Com o pronunciamento em rede nacional, o presidente conseguiu convencer os recalcitrantes de que hoje é um empecilho para a batalha pela saúde da nação”, escreve a jornalista Maria Cristina Fernandes.

A saída de Bolsonaro pela renúncia em vez do impeachment é o tema do momento, segundo Fernandes: “Ainda que Bolsonaro hoje não tenha nem 10% dos votos em plenário, um processo de impeachment ainda é de difícil de viabilidade. Motivos não faltariam. Os parlamentares dizem que Bolsonaro, assim como a ex-presidente Dilma Rousseff, já não governa. Se uma caiu sob alegação de que teria infringido a Lei de Responsabilidade Fiscal, o outro teria infrações em série contra uma ‘lei de responsabilidade social’. Permanece sem solução, porém, o déficit de legitimidade e um impeachment em plenário virtual. Vem daí a solução que ganha corpo, até nos meios militares, de uma saída do presidente por renúncia. O problema é convencê-lo. A troco de que entregaria um mandato conquistado nas urnas? O bem mais valioso que o presidente tem hoje é a liberdade dos filhos. Esta é a moeda em jogo. Renúncia em troca de anistia à toda tabuada: 01, 02 e 03. Foi assim que Boris Yeltsin, na Rússia, foi convencido a sair, alegam os defensores da solução”.

“Ao desafiar a unanimidade nacional, no uniforme de vítima de poderes que não lhe deixam agir para salvar a economia, Bolsonaro já sabia que não teria o endosso das Forças Armadas para uma aventura que extrapole a Constituição. Era o que precisaria fazer para flexibilizar as regras de confinamento adotadas nos Estados. Duas horas antes do pronunciamento presidencial, o Exército colocou em suas redes sociais o vídeo do comandante Edson Leal Pujol mostrando que a farda hoje está a serviço da mobilização nacional contra o coronavírus”, afirma  a jornalista.

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