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Sutiã que detecta câncer de mama é lançado nos Estados Unidos

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Há cerca de 10 anos pesquisadores vêm desenvolvendo um sutiã contendo sensores termodinâmicos que podem detectar o câncer de mama.

A empresa americana Cyrcadia Health (First Warning Sytems), de Reno, no estado de Nevada, vem trabalhando no protótipo desde 2008. Denominado de iTbra, o sutiã emprega sensores de calor que detectam a flutuação de temperatura nos seios da mulher e a partir desta informação cria um mapa com o padrão circadiano da usuária. Este padrão é então enviado pelo próprio sutiã para um computador, laptop ou tablet e submetido a uma análise contínua para determinar ou não a presença de câncer.

Se, por exemplo, uma mulher apresentar um perfil circadiano linear, isto pode ser indicativo de câncer, da mesma forma que um eletrocardiograma linear indica a possibilidade de infarto do coração.

A usuária precisa usar o sutiã entre 2 a 24 horas direto, para obter cada perfil circadiano completo. Os primeiros modelos já lançados vêm com um chip adesivo (adhesive chip) que adere a qualquer sutiã, mas a empresa está finalizando o lançamento de um modelo esportivo em conjunto com a empresa Flextronics, que já virá com Bluetooth e Wi-Fi embutidos, permitindo que a usuária compartilhe as informações em tempo real com seus amigos, parentes e seu médico.

500 mulheres já testaram o produto clinicamente e o grau de acuracidade foi de 87%, comparado a 83% da mamografia convencional.

A vantagem óbvia é detectar o câncer em seu estágio inicial e poder tomar providências médicas imediatas para evitar sua propagação.

Na imagem, o protótipo iTbra, o sutiã que detecta câncer de mama e se conecta com a Internet.

US$ 199.00 na Internet.

O contínuo espetáculo da Tecnologia.

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Homem mais rico do mundo doa 8% de sua fortuna contra o coronavírus

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Jeff Bezos, CEO e fundador da Amazon e homem mais rico do mundo, anunciou na quinta-feira (2) uma doação de US$ 100 milhões a uma ONG dos Estados Unidos que combate a fome em comunidades carentes como forma de apoiar a luta contra a pandemia de coronavírus. A informação é do Portal Yahoo.

O valor representa cerca de 8,4% da fortuna total de Bezos, estimada pela Forbes em US$ 117,9 bilhões. A ONG que receberá a doação, Feeding America, tem bancos de alimentos distribuídos por todo o território dos EUA, país que já se tornou epicentro da covid-19 no mundo.

Além de Bezos, a Feeding America também recebeu doações de Laurene Powell-Jobs, viúva do fundador da Apple, Steve Jobs.

A organização enfrenta uma alta na demanda, já que muitos norte-americanos que perderam o emprego com o fechamento de lojas e empresas, consequência das medidas de isolamento social para tentar conter a propagação do coronavírus.

Por outro lado, o estoque de alimentos da ONG também tem diminuído, visto que os principais doadores, os restaurantes dos EUA, também estão fechados. A organização atender cerca de 46 milhões de pessoas.

Através de Bezos, a Amazon entra para uma crescente lista de empresas que têm destinado fundos ao combate ao coronavírus. No Brasil, empresas de grande porte já doaram mais de R$ 390 milhões.

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O ministro da Saúde, Mandetta, diz que pandemia será superada com dor e o que vem pela frente é preocupante.

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— Não existe superar sem dor. Serão semanas duras. Serão dias difíceis. Não estamos aqui para tampar o sol com a peneira não. Mas faremos com o máximo da nossa inteligência, com o máximo do nosso denodo, sempre pensando no paciente, sempre pensando na preservação do maior número de vidas — disse Mandetta.

Segundo ele, a ideia é fazer um “painel nacional” para enfrentar a epidemia:

— Quando tiver um problema maior na cidade A, a gente vai à cidade B, que está calma, reforça um pouco aqui, e vai trabalhando esse nosso barco com muita dificuldade. Mas vamos ver se a gente consegue ir balanceando e utilizando a a vantagem que a gente tem, de ter o Sistema Único de Saúde.

O ministro disse que está preocupado com todo o Brasil e que mesmo uma “cidade pequenininha” pode ter problema. Mas ele chamou atenção para alguns grandes centros do país. É o caso de São Paulo e Rio de Janeiro.

— É claro que nós temos uma cidade muito grande como é São Paulo, que tem 22 milhões na Grande São Paulo, onde uma espiral ali seria muito intensa. Temos um Rio de Janeiro, que a gente tem chamado atenção desde o início, que possui áreas de exclusão social com muita aglutinação de pessoas, difícil de fazer isolamento — afirmou.

Sobre a capital do país, o ministro explicou os números:

— Brasília, pelo fato de inúmeros voos internacionais, e muitas pessoas domésticas, voos de São Paulo, voos do Rio o dia inteiro para cá quando o Congresso está aberto, quando ela está efervescente. A cidade é cosmopolita. Por isso Brasília também um índice elevado.

Ministro diz que não vai ‘abandonar o paciente’

Durante a entrevista de ontem, o ministro Luiz Henrique Mandetta teve que responder a perguntas sobre as críticas públicas que tem recebido do presidente Jair Bolsonaro. Ao ser questionado se pensava em deixar o governo, ele afirmou que “médico não abandona o paciente”.

— Quanto a eu deixar o governo por minha vontade, eu tenho uma coisa na minha vida que eu aprendi com os meus mestres: “Médico não abandona paciente, meu filho”. Eu já cansei de terminar plantão na minha vida, e o plantonista que tinha que chegar para me render, para eu poder ir embora, não aparecer, por problemas quaisquer, e eu ficar 24 horas dentro do hospital — declarou.

Na quinta-feira, Bolsonaro afirmou que ele e Mandetta têm se “bicado há algum tempo” e que o ministro da Saúde “extrapolou” em meio à crise provocada pelo novo coronavírus. O presidente afirmou ainda que nenhum ministro é “indemissível”.

— O foco é do serviço. É do trabalho. Esse paciente chamado Brasil, quem me pediu para tomar conta dele neste momento é o presidente. E eu tenho dado para ele todas as informações. E entendo, entendo. Entendo os empresários que se queixam a ele. Entendo as pessoas que veem o lado político e colocam a ele. Entendo as pessoas que gostariam que a solução fosse uma solução rápida — acrescentou o ministro da Saúde.

Dificuldades com respiradores

Mandetta também admitiu que o Brasil tem tido dificuldades para comprar respiradores e outros insumos de auxílio no combate ao coronavírus e reforçou a necessidade de que as pessoas diminuem a atividade social para reduzir o avanço do contágio no país.

— O mundo inteiro compra da China, isso fez com que atravessássemos fevereiro e março sem adquirir de lá — disse, citando o fato que o país, que foi a origem da Covid-19, voltou inicialmente a sua produção de insumos apenas para abastecer o mercado interno.

— Temos aí uma coleção de problemas que vão se somando neste mercado.

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Diretor da Johnson diz que empresa testa vacina com 80% de êxito contra o coronavírus

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Empresa já iniciou a produção da vacina, mesmo antes de testá-la em humanos. Enquanto isso, pesquisadores de quatro países tentam provar eficácia da vacina BCG para prevenir o covid-19

Por Victor Farinelli

Em uma entrevista para o diário espanhol El Mundo, o diretor científico da Johnson & Johnson, Paul Stoffels, afirmou que sua empresa trabalha para lançar uma vacina contra o covid-19, e em tempo recorde.

O cientista e empresário belga admite estar “relativamente esperançoso” com os avanços realizados até agora por sua equipe de pesquisas, e embora não conte maiores detalhes: apenas diz que o produto surgiu a partir de uma vacina para o vírus do resfriado, e dá a entender que os primeiros testes realizados com o produto, com cobaias, foram um sucesso.

O curioso do caso é que a empresa já iniciou a produção da vacina, mesmo antes de testá-la em humanos. A confiança de Stoffels é a chave para entender o caso. “Eu diria que a probabilidade de a nossa vacina ser sucesso é de mais de 80%”, assegura o cientista, que espera ter o produto a venda talvez ainda neste primeiro semestre, caso o teste em humanos seja bem sucedido.

Em outro momento da entrevista, o diretor compara o desafio que a humanidade enfrenta hoje como o da chamada “gripe espanhola”, entre os anos de 1918 e 1919. “Este é o maior desafio médico que já enfrentei. Acho que não víamos uma crise médica com tanto impacto desde a gripe espanhola, em 1918”, especificou.

Sobre uma possível segunda onda de infecções, Stoffels diz que “dependerá de como vai evoluir o número de infecções, internamentos e mortes”.

“Se começarem a baixar, temos que permanecer calmos por algum tempo, para evitar o início de uma segunda onda. É crucial medir quantas pessoas produziram anticorpos e até que ponto elas fornecem proteção. Teremos que reunir muitas informações. Devemos reiniciar até o verão. O distanciamento social continuará, mas a sociedade precisa voltar ao trabalho”, opina o empresário.

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