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Diploma universitário vai deixar de ser relevante em 2040, dizem experts

Especialistas dizem como será a preparação para o mercado de trabalho no futuro

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Photo: Shutterstock

Com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo, ter um diploma de curso superior não é garantia de empregabilidade. E as coisas vão ficar ainda mais complicadas se as universidades não se adaptarem para as demandas do mercado. É o que afirmam seis especialistas ouvidos por uma reportagem da Fast Company.

Os experts em educação elencaram uma lista com prováveis cenários sobre como será a relação entre ensino superior e mercado de trabalho nos próximos 20 anos. Futurologia? Nem tanto. Muitos dos pontos levantados na reportagem já são sentidos hoje por profissionais e empresas.

Há um consenso de que trabalhadores, empregadores e instituições de ensino precisam ser ágeis, flexíveis e adaptáveis conforme o avanço tecnológico continua a disrupção de indústrias estabelecidas e mudar quais empregos estão ou não disponíveis. Confira o que eles disseram:

1. Faculdades serão forçadas a se adaptar para atender as demandas dos empregadores

Isso é uma constante, mas a mudança de paradigma terá que ser mais rápida ou os cursos superiores deixarão de ser relevantes. De que adianta um canudo na mão se o profissional não adquiriu os conhecimentos e habilidades necessários para exercer a profissão fora da sala de aula?

Com os estudos ficando cada vez mais caros, a faculdade precisará ser um investimento capaz de oferecer retorno. Caso contrário, mais profissionais vão buscar adquirir conhecimento técnico em cursos extra-curriculares. Para Johny C. Taylor Jr, CEO da Sociedade de Gestão de Recursos Humanos, as faculdades terão que se ajustar ao que os empregadores procuram e oferecer um foco maior em formação técnica.

Os experts afirmam, porém, que a faculdade ainda será uma boa porta de entrada para o primeiro emprego – mas não a única, como acontece em muitos casos atualmente. Para quem conseguir entrar em uma universidade de ponta e se sustentar durante 4 anos de estudo, essa ainda será a melhor opção. “Para todos os outros, é melhor pensar em uma rota alternativa”, afirma Ryan Craig, co-fundador do fundo University Ventures.

2. Teremos mais alternativas às faculdades tradicionais

Empresas vão oferecer mais programas próprios de aprendizagem, onde os trabalhadores vão desenvolver o que Craig chama de “as habilidades que faltam entre o ensino médio e o que os empregadores estão procurando”.

Esses programas serão como escolas técnicas especializadas e patrocinadas por companhias específicas, mas ainda terão um custo para o estudante, ainda que menor do que o de uma faculdade privada. Mesmo após completar o curso, será preciso que as empresas superem o receio de contratar um profissional treinado, mas inexperiente.

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Médico que curou empresário joinvilense com coronavírus fala sobre o tratamento

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Doutor em imunologia, Roberto Zeballos defende uso de esteroides associados à claritromicina para controlar a infecção pulmonar e reduzir mortalidade RAQUEL SCHIAVINI SCHWARZ, JOINVILLE 02/04/2020 ÀS 18H09

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 Atualizado Há 6 horas

O médico Roberto Zeballos, que tratou e curou o empresário joinvilense Alexandre Fernandes, infectado pela COVID-19, contou como foi o tratamento e deixou um alerta.

Zeballos é clínico geral, doutor em imunologia, microbiologia e virologia e atende em São Paulo, onde Alexandre permaneceu internado até a recuperação total.

Para Zeballos, referência em imunologia, quanto mais cedo se trata a infecção, mais cedo se previne a necessidade de intubação – Foto: Reprodução Youtube/Divulgação ND

Em entrevista por telefone à reportagem do nd+, Zeballos destacou que um estudo recente mostrou que esteroides associados à claritromicina têm reduzido a mortalidade de pacientes com coronavírus.

No caso do empresário joinvilense, que estava próximo de necessitar de intubação, e com a atividade pulmonar bem comprometida, Zeballos passou a introduzir esse tratamento – esteroides associados à claritromicina.

“Em uma semana, Alexandre estava indo para casa”, atesta o imunologista. O quadro clínico foi evoluindo diariamente, até não precisar mais de oxigênio e deixar a UTI.

O empresário ficou no quarto mais três dias até ficar com o vírus negativado, evitando, assim, qualquer possibilidade de transmissão da doença. Hoje, Alexandre está totalmente recuperado com sua capacidade pulmonar 100%.

“A nossa medicina está olhando para o vírus, mas o que tem matado é a inflamação pulmonar. Por isso, precisamos focar no controle à infecção e deixar o sistema imunológico eliminar o vírus”, reforça Roberto Zeballos.
Para o imunologista, quanto mais cedo se trata a infecção, mais cedo se previne a necessidade de intubação em UTIs.

Os esteroides, continua Zeballos, têm ação anti-inflamatória que inibem substâncias que causam o dano pulmonar. “Então, enquanto o esteroide controla a infecção, o sistema imunológico se livra do vírus.”

O imunologista destacou que Alexandre foi o primeiro caso no Brasil a receber esse tratamento.

Estudo

Zeballos, inclusive, está trabalhando em um estudo que irá publicar no Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) para que as autoridades de saúde do País tomem conhecimento sobre esse tratamento de sucesso e passem a adotar medidas para reduzir o índice de mortalidade.

A pesquisa começou com os chineses, que perceberam que o uso de esteroides previnem e controlam a inflamação pulmonar no estágio inicial.

O especialista lembra, no entanto, que 85% das pessoas infectadas com o novo coronavírus não precisam nem devem chegar perto de um hospital. Destes 85%, 30% nem sintomas apresentam.

E dos 15% restantes, 10% precisam de hospital, mas apenas 5% apresentam sintomas críticos e requerem cuidados específicos, como ventilação. Por isso, a importância de buscar os canais corretos de saúde e cada um fazer sua parte no combate à disseminação da pandemia, encerra Zeballos

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Pangolin – Coronavírus – Covid-19

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Estação Espacial Internacional é fotografada por astrônomo amador do quintal de casa

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Depois de um buraco negro super distante, foi a vez da Estação Espacial Internacional posar para a foto. O usuário do Reddit 120decibel postou em seu perfil uma foto que tirou do complexo a partir do quintal de sua casa. O porém fica por conta do fato de que ele utilizou nada menos que um telescópio que custa em torno de US$7 mil, o que ainda assim não desvaloriza seu feito. Segundo ele, foi preciso acompanhar manualmente o avanço da estação, que viaja a uma velocidade de aproximadamente 28 mil km/h, sendo necessário também uma câmera com alta taxa de quadros.

Mesmo que não possua um equipamento especializado caríssimo, você também pode ver a estação a olho nu, ainda que não com a mesma clareza da foto acima. Segundo outros usuários, a ISS pode ser vista como um ponto brilhante no céu, 30º acima do horizonte. Você deve, no entanto, prestar bastante atenção, já que sua passagem dura cerca de 2 minutos, e pode ser facilmente confundida com uma estrela qualquer, ou até mesmo um avião.

Caso tenha interesse e queira se planejar, o site Heavens Above possui todos os dados que você precisa para fazer a observação, incluindo previsões dos locais onde o complexo irá passar nos próximos dez dias. Vale lembrar que as condições climáticas também influenciam na observação, com um dia nublado impossibilitando sua visão, por exemplo.

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